Elias Aranha

Colíder a cidade e sua formação histórica

Livros à Venda

Colíder a cidade e sua formação histórica
Autor: 
Elias Aranha

Editora: Recanto das Letras
Ano: 2019
Páginas: 228
Tipo: e-book
Preço: R$30.00
Sinopse:
A ocupação das terras da região ocorreu no tempo dos incentivos fiscais e projetos Federais da década de setenta. Quando os soldados do 9º BEC ainda rasgavam a BR 163, Raimundo Costa Filho decidiu colonizar a região, nela entrando no sentido leste-oeste.
Raimundo Costa Filho já tinha experiência em colonização no Estado do Paraná, e em 1973 chegou a Mato Grosso. Sobrevoou a região e adquiriu extensa área de terras. Seguiu o picadão do 9º BEC, acompanhado de topógrafos e iniciou a medição da área. Luiz Marques da Silva mudou-se então para o lugar da futura cidade de Colíder, que inicialmente foi denominada de Cafelândia. A criação oficial do patrimônio de Cafezal se deu a 07 de Maio de 1973, considerando o dia do aniversário de Colíder, com o erguimento de um ranchão, que passou a servir de dormitório, armazém, enfermaria e pensão. Era tal a procura de terras que, em 1974, quase toda a Gleba Cafezal já havia sido ocupada. Programou-se, então, a cidade. A povoação cresceu, passando à denominação de Colíder, utilizou-se das iniciais da palavra Colonizadora Líder, cujo significado descrevia que ali nascia uma unidade social de grande importância. Em 18 de Dezembro de 1979, através da Lei Estadual nº. 4.158, foi criado o município de Colíder, que se tornou famoso devido à produção agropecuária, aos garimpos nas décadas de 80 a 90; passando pelo processo de extração de madeiras e, por conseguinte a pecuária e a industrialização de frigoríficos e curtume, comercio e serviços...
 
Sonhos que não se apagam
Autor: 
Elias Aranha

Editora: Recanto das Letras
Ano: 2020
Páginas: 88
I.S.B.N.: 978-65-86751-25-3
Tipo: impresso
Preço: R$25.00
Sinopse:
Neste livro, Elias Alves Aranha convida o leitor a vivenciar a imortalização do sentimento poético, garantindo a continuidade na expressão de pensamentos e ilustrando os estados de alma das pessoas. Nesse contexto, predomina-se um estilo elevado que sensibiliza a imaginação sobre o romantismo literário.

Os poemas desta obra transmitem a mensagem sonhada do autor através de metáforas de flores, que simbolizam a pureza e proporcionam encanto e beleza ao exalar seu perfume. Assim como rosas ornamentam recintos e inspiram poetas à nobreza e elegância, espera-se que estas poesias envolvam seus sonhos com mistério e magia.

Flores decoram, perfumam, cativam e atraem. As sensitivas plantas carnívoras, por exemplo, não comem gente, mas atraem com seu odor assim como nós somos atraídos por outras pessoas, a quem nos prendemos através de um coração dominado. Ficamos entrelaçados, entrecruzados e imobilizados, fascinados pelo cheiro, encharcados da saliva do beijo suculento, com lágrimas de felicidade e emoção. E é desse tipo de semelhança que Elias retira a inspiração para este livro.

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