Elias Aranha

Colíder a cidade e sua formação histórica

Textos

O MALANDRO E A LAGARTA

*Elias Alves Aranha

A lagarta vai comendo sem parar,
Deixa a planta obsoleta
Pois devora até acabar,
Por fim vira borboleta.

Sem entender o que houve,
No meu canteiro bem cuidado,
O vigoroso pé de couve,
De repente foi desfolhado.

Vi uma lagarta preguiçosa,
Que fez da planta viçosa,
Um amontoado de vara...

Sugou sua seiva e seu vigor,
Comeu tudo nada deixou,
O malandro e a lagarta se compara
Elias Aranha
Enviado por Elias Aranha em 27/11/2019


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