Elias Aranha

Colíder a cidade e sua formação histórica

Textos

08 de março: A mulher nos dia atuais

*Elias Alves Aranha
“Os dias de nossas filhas e netas não serão como os dias de nossas mães e avós!”


as particularidades de hoje são outras, não há como assemelhar. A diferença é a rapidez, nas mudanças de nossos dias que  correm mais rápido do que as das gerações antecedentes. E esse aceleramento se agravará gradativamente nas futuras gerações. A era da tecnologia e dos relacionamentos virtuais modificou nossa maneira de ver o mundo.

A mulher se viu obrigada a entrar nessa velocidade de mudanças e preparo intelectivo. Elas estão se organizando, estudando e capacitando. A maioria , nas universidades é mulher. Preparadas profissionalmente, hoje elas não ficam em casa como suas mães e avós e saem para o trabalho.

No trabalho é incontestável a mudança, em que as mulheres têm ocupado praticamente todos os espaços. Todavia, mesmo com formação acadêmica e competência profissional, seus salários são diferenciados. Porém, uma das conquistas no âmbito administrativo é que vários empregadores têm sugerido que haja mulheres nas equipes decisórias das empresas por causa do pressentimento intuitivo da mulher.

Depois da jornada ela tem um “segundo tempo” – Embora seja uma conquista o espaço de trabalho secular e profissional, a casa ainda gira em torno da mulher. Mesmo sendo excelente profissional lá fora, é ela quem administra o lar. Quando pode contar com auxiliares, o fardo diminui, mas a maioria não vive essa realidade. Quando chega em casa ainda vai preparar alimentação para a família e ajudar filho nas tarefas de casa. Têm maridos ajudando nessa tarefa. Mas são poucos.

Como esposa e marido ao mesmo tempo, vem aumentando o número de mulheres sozinhas que trabalham e criam seus filhos. O número de separação tem aumentado em nossos dias e, consequentemente, vemos muitas lutadoras com crianças ou adolescentes e sozinhas para educá-los.
Como objeto, desvalorização do corpo e da moral. Por exemplo: algumas propagandas que apelam para o corpo da mulher quando não têm nada a ver com ela. Só para chamar atenção e tentar induzir o comprador. Essas novas realidades que a mulher enfrenta no dia a dia são comuns e abrangente a todas, quer sejam pessoas cristãs ou não. A diferença é que a cristã é uma pessoa de alma humana que tem Jesus como o ser que está acima de todas as coisas, absoluto, incontestável e perfeito, amigo e em quem pode se agarrar para enfrentar a realidade. Como vivemos em sociedade, é natural que essas mudanças as afetem.

Uma das áreas que deve-se pensar e reagir são os Filhos, que é maior graça que uma mulher poder receber. Ter a chance de estar criando a nova geração é desafiante. Não deve-se  transferir e tampouco terceirizar a educação dos filhos. As mulheres são responsáveis diante do Criador por eles.
No trabalho, os colegas devem sabem que ela é cristã e temente a Deus! O respeito mútuo, a sua reciprocidade  é responsabilidade dela diante de seus colegas de trabalho. Como encarar o trabalho e que tipo de empregada ou funcionária ela é!

Qual a melhor fase da vida? É aquela em que estamos. Todas as fases têm o lado benevolente e o malevolente. O importante é numerar as coisas positivas e negativas e aproveitar o melhor da fase. É a jovem solteira com sonhos profissionais e de casamento. Jovem mãe com filhos pequenos, casa e trabalho. É a fase com filhos adolescentes e as crises que eles passam e nós juntos com eles. É a de filhos se casando e indo embora,  formar um novo lar. É a velhice ou a viuvez. Seja qual for a fase que você estiver, analise os pontos positivos e viva intensamente cada um deles.

Os desafios são muitos, a realidade não esconde. Mas temos um Deus que nos oferece condições para vencermos cada etapa, cada situação. Está claro em  Efésios 6.10-20:  se puder leia e reflita.
Elias Aranha
Enviado por Elias Aranha em 06/03/2020


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